O Que Aprendi Com Relacionamentos Passados


Eu podia jurar que no falecido Orkut tinha uma aba com a opção “o que eu aprendi com meus relacionamentos anteriores” pra responder e deixar no seu perfil pros seus amigos verem mas, na rápida pesquisa que fiz, não encontrei um mísero print pra validar a minha memória. Naquela época eu achava que já tinha vivido bastante coisa e era muito experiente… Um recado pra minha eu do passado: vai vendo, querida!
De qualquer forma, eu sempre imaginei e quis que as coisas que eu aprendi (e ainda aprendo) fossem bem assimiladas por mim mesma e passadas adiante. Demorou um pouco pra ter a segurança mínima necessária pra falar sobre isso, mas vamos lá!
Abaixo seguem algumas das coisas que aprendi em relacionamentos passados e que eu acho que valem a pena compartilhar. Se este post funcionar, eu trago a parte dois, três, quatro… Porque é um assunto que rende bastante.
Ciúmes é uma imensa perda de tempo e energia
Eu mesma relutava com a ideia de que ciúmes era insegurança, até perceber que é mesmo. Quando você é obrigada a rever onde está errando (não porque estão te fazendo se sentir errada e inadequada, mas porque você não está feliz) e quando descobre o valor que você tem, o medo de perder alguém por causa de uma traição ou algo do tipo vira “cara, se você fizer algo pra me perder, você é muito trouxa, porque eu sou muito boa”. Não é que você não sinta nada pela pessoa ou seja completamente indiferente, você só tem coisas mais importantes na vida pra se preocupar do que ser babá do seu parceiro. Quem perde é quem trai. Ponto. Encha a sua cabeça do que você gosta de fazer e se ocupa pra não ficar criando historinhas.
Se sua família não gosta dele pode ser que realmente tenha alguma coisa errada
É claro que existem famílias e famílias… Nem todas as famílias estão realmente preocupadas com o bem estar de seus membros, mas se no seu caso a sua família é do tipo de cuida de você e quer te ver bem, pensa e repensa se a implicância tem ou não razão de ser. Quando a pessoa está cega de paixão fica difícil enxergar as coisas que as pessoas de fora enxergam. Sua mãe pode ter razão quando achar aquele cara meio estranho. Você dificilmente vai perceber por estar envolvida na situação ou por ser quem a pessoa está tentando agradar em primeira instância.
Antes só do que mal acompanhada ou fazendo alguém sofrer
Não, você não precisa ter alguém o tempo todo. E não adianta nada ter companhia de outra pessoa se você não suporta a sua própria companhia. Não tenha medo de estar só com você, de se conhecer, de ter tempo pra fazer só o que você quer fazer sem ninguém pra te contrariar e, sobretudo, prefira estar na sua própria companhia quando a outra companhia estiver roubando a sua alegria e a sua paz ou vice versa.
Um amor só se cura com outro amor: amor-próprio
O ministério da autoestima adverte: ame-se! E isso não tem nada a ver com você ter que ser uma pessoa perfeita, mas justamente entender e aceitar que você não é e respeitar o seu tempo, os seus gostos e principalmente os seus limites. Não se contentar com nada menos do que você quer e merece e saber abrir mão de algo que decididamente não vai ser o melhor pra você, porque você se ama e cuida da pessoa incrível que você é.
Quebrar a cara faz parte
Se você chegou aqui, leu todos os tópicos anteriores e achou besteira, saiba que quebrar a cara é inevitável e faz parte de aprender a se relacionar com os outros e com a gente mesmo. Às vezes as dicas, os conselhos e as broncas das pessoas não adiantam de nada e só nos resta aprender na prática. Não é nada gostoso, mas a longo prazo faz a gente perceber que sem isso a gente não teria aprendido coisas muito importantes e decisivas na nossa maneira de ser e agir.
Por último, o que você tá chamando de amor? A gente confunde muito as ideias do que é amor, paixão, obsessão, sentimento de posse… Dificilmente você vai conseguir mensurar isso sem entender que um relacionamento não funciona sem o resto da sua vida acontecendo. Você precisa ter alguma coisa dentro de você além de espaço pra ocupar com os interesses de outra pessoa. Quais são os seus interesses? O que é importante pra você? Quais são suas metas, seus sonhos?

Pensar em você mesma não te faz egoísta,
mas alguém interessada em ter um relacionamento saudável
com a única pessoa que nunca vai te abandonar: você. ♡
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