Coisas Que Aprendi Na Escola

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É claro que este post não tem absolutamente nada a ver com as matérias que eu aprendi em sala de aula. Até porque eu lembro de pouquíssimas coisas. E por muito tempo eu me neguei a enxergar a escola como alguma coisa além de uma fase que passou (e ainda bem que passou). Não vou entrar na questão do patinho feio (que eu era), mas trazer toda a bagagem de aprendizados que eu tive na época da escola. Estou englobando todas as séries e fases neste post, citando coisas que trago pra minha vida de uma maneira ou de outra. Então, vamos lá!
Cuidado com as companhias
Quando a gente está se descobrindo é muito comum se juntar com as primeiras pessoas que dão um pouco de crédito e atenção pro que a gente faz ou fala. E quando você não tem muita noção das coisas, fica fácil ir na onda e aceitar ser menos verdadeiro consigo mesmo pra pertencer a um grupo de pessoas ou uma amizade que não vai acrescentar nada na sua vida. Prestar atenção se as pessoas com quem eu me relaciono são realmente o tipo de pessoas com quem eu quero me relacionar ou me parecer foi o que ficou da época da escola. Para boa parte das análises que eu fiz ao longo da vida, a resposta foi não, então foi ficando mais fácil abrir mão de certas companhias.
Não esperar validação dos amigos
Por mais que uma pessoa queira muito o seu bem ou por mais que ela seja uma boa pessoa de uma maneira geral, isso não significa que vocês vão ter as mesmas opiniões sempre. E também não significa que aquela pessoa vai saber o que te dizer e como te dizer. Em uma certa fase da escola, eu contei muito com a aprovação de um grupo que se tratava como menos em detrimento de um dos membros (que não era eu). Minha autoestima de menina boba que já era ruim foi pro ralo e até hoje eu olho pra essa situação pensando “por que eu aceitava isso?”. Seus amigos podem ser muito legais, mas nenhum deles é melhor do que você, porque você é o único você que existe.
Está todo mundo no mesmo barco
É tentadora a ideia de acreditar que o nosso ponto de vista é o único que está certo, mas ninguém tem muita certeza de nada nem quando está na escola, nem quando sai dela. Está todo mundo tentando se encontrar, se exercer, se estabelecer e descobrir a própria voz num mundo que está constantemente gritando. Encontrar o equilíbrio entre não supervalorizar nossas questões e não ignorá-las completamente, além de entender que todo mundo está passando pelas suas próprias questões, é difícil quando a gente sente tudo à flor da pele, mas também é uma chave muito importante de ser virada dentro da gente.
Cuidado com o que você fala
Da mesma forma que os nossos amigos podem errar a dosagem do que falam e marcar a gente pra sempre, não estamos isentos de falar alguma coisa errada e magoar alguém. Tomar cuidado com o que a gente fala, por que a gente fala e pra quem a gente fala pode evitar muitos apuros, jovens. Ouçam a tia que já se meteu numas tretas colossais por não guardar a língua dentro da boca e teve que se desculpar com Deus e o mundo depois. Às vezes um toque numa pessoa acaba virando uma fofoca sem precedentes e a bomba estoura na mão do mais trouxa (que no caso era eu).
Amizades acabam (ou mudam)
A menos que vocês morem perto (o que nunca foi o meu caso) ou tenham uma afinidade descomunal, pode ser que as amizades não durem pra sempre mesmo e é completamente normal. Eu nunca sofri muito por isso, mas pensei intensamente sobre o assunto a ponto de escrever uma música a respeito (aqui). Minha melhor amiga da vida era da minha turma no ensino médio (mas a gente quase não andava juntas na escola – e nossa amizade nasceu no falecido MSN).

E não é por mal que as amizades acabam ou mudam. A vida só vai acontecendo, as pessoas vão fazendo outras coisas, outros amigos e quando você vê aquele seu brother de todas zoeiras do fundão virou um completo estranho pra você (e vice-versa). Provavelmente vocês não encaixam mais na vida um do outro e tudo bem. Vocês são pessoas diferentes, vivendo coisas diferentes e apesar de ter perdido aquela conexão ou amizade, outras coisas muito legais com certeza aconteceram e assim a vida vai seguindo…

Preciso dizer que esse post foi arrancado de dentro de mim. Encontrei essa ideia no Pinterest e resolvi fazer aqui pro blog, mesmo com a minha anti-nostalgia quanto a época da escola. Percebi que é possível descobrir algo sobre nosso presente no nosso passado e melhorar pra nossa versão do futuro. Mas é o processo natural das coisas e da vida.
Vivendo intensamente cada fase a aprendendo com todas elas. ♡
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Pequenos Prazeres Diários


Este post foi pensado para aqueles dias em que a gente precisa de uma motivação extra e nem precisa ser nada grandioso. Às vezes a gente esquece de enxergar beleza nas pequenas coisas e hábitos que fazem uma grande diferença na nossa forma de lidar com tudo. Comecei essa lista sozinha, mas algumas coisas foram ideias que surgiram num box de perguntas que lancei nos meus stories, no Instagram (aqui). Vamos lá!
☆ Deitar para dormir depois de um dia produtivo (e cansativo)
☆ A sensação de pós-banho
☆ Uma mensagem da pessoa que eu gosto
☆ Concluir uma tarefa chata
☆ Tocar ukulele porque deu vontade
☆ Assistir um episódio da minha série favorita comendo algo gostoso
☆ Work place limpo, arrumado e cheiroso
☆ O primeiro gole da minha bebida favorita
☆ Concluir a leitura de um livro
☆ Parar para observar o céu
☆ Uma playlist com músicas gostosinhas (aqui) tocando baixinho enquanto eu trabalho
☆ Descobrir finalmente o nome “daquela” música
☆ Prestar atenção no silêncio entre as coisas
☆ Estar perto (não precisa ser fisicamente) de quem é importante pra mim
☆ Terminar o dia sabendo que fiz algo pra cuidar de mim mesma (beber muita água, meditar, skincare…)
Fiz uma lista com 15 coisas simples que cabem na minha rotina, mas é claro que nem todo mundo tem a vida igual a minha, mas é possível pra você encontrar algum prazer nas coisas do seu dia a dia. ♡
Pensa aí e conta pra mim, quais são seus pequenos prazeres diários? 
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O Que Aprendi Com Relacionamentos Passados


Eu podia jurar que no falecido Orkut tinha uma aba com a opção “o que eu aprendi com meus relacionamentos anteriores” pra responder e deixar no seu perfil pros seus amigos verem mas, na rápida pesquisa que fiz, não encontrei um mísero print pra validar a minha memória. Naquela época eu achava que já tinha vivido bastante coisa e era muito experiente… Um recado pra minha eu do passado: vai vendo, querida!
De qualquer forma, eu sempre imaginei e quis que as coisas que eu aprendi (e ainda aprendo) fossem bem assimiladas por mim mesma e passadas adiante. Demorou um pouco pra ter a segurança mínima necessária pra falar sobre isso, mas vamos lá!
Abaixo seguem algumas das coisas que aprendi em relacionamentos passados e que eu acho que valem a pena compartilhar. Se este post funcionar, eu trago a parte dois, três, quatro… Porque é um assunto que rende bastante.
Ciúmes é uma imensa perda de tempo e energia
Eu mesma relutava com a ideia de que ciúmes era insegurança, até perceber que é mesmo. Quando você é obrigada a rever onde está errando (não porque estão te fazendo se sentir errada e inadequada, mas porque você não está feliz) e quando descobre o valor que você tem, o medo de perder alguém por causa de uma traição ou algo do tipo vira “cara, se você fizer algo pra me perder, você é muito trouxa, porque eu sou muito boa”. Não é que você não sinta nada pela pessoa ou seja completamente indiferente, você só tem coisas mais importantes na vida pra se preocupar do que ser babá do seu parceiro. Quem perde é quem trai. Ponto. Encha a sua cabeça do que você gosta de fazer e se ocupa pra não ficar criando historinhas.
Se sua família não gosta dele pode ser que realmente tenha alguma coisa errada
É claro que existem famílias e famílias… Nem todas as famílias estão realmente preocupadas com o bem estar de seus membros, mas se no seu caso a sua família é do tipo de cuida de você e quer te ver bem, pensa e repensa se a implicância tem ou não razão de ser. Quando a pessoa está cega de paixão fica difícil enxergar as coisas que as pessoas de fora enxergam. Sua mãe pode ter razão quando achar aquele cara meio estranho. Você dificilmente vai perceber por estar envolvida na situação ou por ser quem a pessoa está tentando agradar em primeira instância.
Antes só do que mal acompanhada ou fazendo alguém sofrer
Não, você não precisa ter alguém o tempo todo. E não adianta nada ter companhia de outra pessoa se você não suporta a sua própria companhia. Não tenha medo de estar só com você, de se conhecer, de ter tempo pra fazer só o que você quer fazer sem ninguém pra te contrariar e, sobretudo, prefira estar na sua própria companhia quando a outra companhia estiver roubando a sua alegria e a sua paz ou vice versa.
Um amor só se cura com outro amor: amor-próprio
O ministério da autoestima adverte: ame-se! E isso não tem nada a ver com você ter que ser uma pessoa perfeita, mas justamente entender e aceitar que você não é e respeitar o seu tempo, os seus gostos e principalmente os seus limites. Não se contentar com nada menos do que você quer e merece e saber abrir mão de algo que decididamente não vai ser o melhor pra você, porque você se ama e cuida da pessoa incrível que você é.
Quebrar a cara faz parte
Se você chegou aqui, leu todos os tópicos anteriores e achou besteira, saiba que quebrar a cara é inevitável e faz parte de aprender a se relacionar com os outros e com a gente mesmo. Às vezes as dicas, os conselhos e as broncas das pessoas não adiantam de nada e só nos resta aprender na prática. Não é nada gostoso, mas a longo prazo faz a gente perceber que sem isso a gente não teria aprendido coisas muito importantes e decisivas na nossa maneira de ser e agir.
Por último, o que você tá chamando de amor? A gente confunde muito as ideias do que é amor, paixão, obsessão, sentimento de posse… Dificilmente você vai conseguir mensurar isso sem entender que um relacionamento não funciona sem o resto da sua vida acontecendo. Você precisa ter alguma coisa dentro de você além de espaço pra ocupar com os interesses de outra pessoa. Quais são os seus interesses? O que é importante pra você? Quais são suas metas, seus sonhos?

Pensar em você mesma não te faz egoísta,
mas alguém interessada em ter um relacionamento saudável
com a única pessoa que nunca vai te abandonar: você. ♡
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3 maneiras simples de começar uma mudança em você mesmo


Vez ou outra na vida a gente precisa se reinventar. Eu, particularmente, gosto de sempre aprender algo novo que vai me fazer ser uma pessoa melhor a longo prazo. Estou sempre lendo e buscando novas informações pra lidar melhor com as situações, com as pessoas e com qualquer tipo de conflito que haja dentro de mim. Por causa disso, estou sempre trabalhando as minhas crenças, reavaliando aquilo que eu chamo de defeito e qualidade, e procurando maneiras de ser um ser humaninho que acrescente algo na vida de outros seres humaninhos.
Levando todas as informações que eu engoli nos últimos meses e venho aplicando cuidadosamente e aos poucos nas últimas semanas, separei três maneiras simples (e aplicáveis) de começar uma mudança em nós mesmos. Espero que sejam úteis para você que, como eu, está sempre se renovando.
Escreva os seus pensamentos
Sim, eu vou sempre bater na tecla do diário (e tem um post aqui sobre isso) porque é uma maneira simples e muito eficaz da gente ver as nossas próprias questões por outra perspectiva. Pode ser todo dia de manhã ou antes de dormir. Tente escrever uma página inteira só de coisas que vierem à sua cabeça, sem muita fórmula, sem pensar demais. No final disso você vai ter um mapa para as suas principais questões, as coisas que te incomodam, as coisas que você gosta e coisas que nem percebia (que podem ser boas ou não tão boas assim).
Peça a opinião dos seus amigos
Não precisa mandar no grupo do WhatsApp e nem postar no mural do seu Facebook. Fale com as pessoas mais próximas e que te amam o suficiente para emitirem uma opinião sincera sem te ofender. Faça perguntas sobre suas manias, características e coisas que você não consegue perceber sozinho. Às vezes o que a gente vê como defeito vira qualidade ao olhar das outras pessoas e a gente só precisa dosar e usar a nosso favor. Quem está de fora às vezes acaba pegando um detalhe ou outro que “quem tá no corpo não sente”.
Comece a agir
Lá no fundo a gente sabe o que deveria ou poderia estar fazendo e fica adiando. Então, mesmo que não tenha muita ideia ainda do que fazer pra melhorar, é muito bom começar. Às vezes a gente se dá a desculpa de que está se planejando ou esperando alguma coisa acontecer pra só então aplicar uma mudança na nossa vida. Mas muitas coisas são aprendidas na prática. Então, saia da inércia e tente. Se comprometa com uma meta de cada vez e vá fundo.
As possibilidades de fazer algo que nos melhore como pessoas são diversas, mas quis trazer as que estão ao nosso alcance agora e as que a gente consegue olhar e pensar “isso é possível pra mim”. Mas é claro que não estamos todos dispostos a isso e nem todos nós acreditamos que precisamos melhorar. Mas se você está aqui, já é meio caminho andado. Boa mudança! ♡
“The only thing you need to do is do the very best you can.”
(Jen Sincero)
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Onde eu deveria estar

Photo by Simon Maage on Unsplash

Começou pelo livro que eu li de manhã. You are a badass, da Jen Sincero. Ela falava sobre a importância de “dar”. Eu não vou refazer minha frase pra você não pensar besteira. A gente pensa bem superficialmente sobre dar & receber que quase não percebe que as duas ações vão além de coisas palpáveis. Fiquei pensando o que exatamente eu faria com essa informação ao longo do meu dia.
Não foi o dia mais calmo e feliz que eu tive, mas os problemas foram solucionados, todos estão bem e eu começo a aceitar o que antes sequer conseguia pensar a respeito. E às vezes é só depois do banho, pijama e do inspira & expira que a gente se dá conta das coisas. No meu caso foi perceber o tanto que eu recebo de gente que acompanho todos os dias por uma tela (alô stories, tô falando de você) e enviar uma mensagem de “ei, isso que tu faz é lindo e melhora meu dia de tantas formas que eu só sei dizer: obrigada”.
Como a pessoa que muitas vezes tá do lado de cá da tela, posso dizer que uma mensagem assim tem o poder de salvar um dia ruim e um momento de “putz, era isso mesmo que eu deveria estar fazendo?”
E dar esse tipo de feedback e de carinho online chega como abraço quentinho seguido de “sim, era isso e você está exatamente onde deveria”. ♡
“If you want to attract good things and feelings into your life,
send awesomeness out to everyone around you.” – Jen Sincero
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A VOZ DENTRO DE VOCÊ

Quando eu comecei a escrever eu gostava de compartilhar o mundo como eu via e as coisas como eu ia aprendendo. Meus primeiros blogs eram uma mistura de diário online e coisas que eu via no meu dia a dia e prestava atenção o suficiente pra escrever a respeito. Depois de alguns anos eu percebi que dava pra fazer muito mais com esse espaço. E quando comecei este blog, eu tinha em mente que não deixaria todas as coisas que eu vivi ou qualquer coisa que eu tivesse medo de viver me impedirem de passar a minha mensagem.

É muito fácil perder o foco onde tá todo mundo tentando chamar nossa atenção a qualquer custo e esquecer o que a gente ia fazer. Especialmente se a gente consegue se esconder atrás de outra habilidade. E mais especialmente ainda se a gente é tímido (pra não dizer antissocial) e prefere não chamar muita atenção. Mas lá no fundo a gente realmente sabe qual é a questão. Talvez não se dê tempo, oportunidade ou mesmo coragem pra dizer em voz alta. Mas se eu posso dizer alguma coisa que valha a pena, escuta isso aí dentro de você e dá o primeiro passo. É o que eu estou fazendo… ♡

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Quem vale a sua paz



Ninguém que valha a sua paz vai te fazer abrir mão dela.

Foi a última coisa que disse na última postagem e achei que deveria desenvolver essa ideia. E ela surgiu há alguns anos, quando eu entendi que relacionamentos são oportunidades espirituais, não uma troca de necessidades, de acordo com o livro “Deixe os homens aos seus pés” (que é menos ruim do que parece, já que se trata de um livro de autoempoderamento e não de um manual de como atrair os homens – pelo amor de Deus, né?), da Marie Forleo. Depois de ter contato com essa ideia (algumas vezes), botei na cabeça que eu não me envolveria mais com ninguém que não me entendesse e não estivesse disposto a crescer e se desenvolver comigo como uma equipe, em vez de fazer eu me sentir inadequada e insuficiente.
Depois de me enfiar em algumas furadas (e trazer algumas pessoas comigo), eu finalmente entendi que estava focando no lado errado da coisa e adotei como lema pessoal o trecho da música do Fábio Jr que diz “nem por você nem por ninguém eu me desfaço dos meus planos”. Tomei essa verdade pra mim acreditando do fundo do meu coração que ninguém que valesse a minha maior loucura de amor exigiria de mim o que quer que essa loucura fosse. E funciona.
Eu vejo muita gente se atropelar entre a vontade de crescer profissionalmente e negar que queira ter um amor enquanto se sente carente. Carência nem é uma coisa boa, na verdade. Porque sim, você precisa gostar da sua própria companhia antes de gostar de alguma outra, por mais clichê que isso possa parecer (e vale muito a pena prestar atenção nos clichês – muitas vezes eles escondem lições incríveis). Acho muito limitada a ideia de que a gente tem que escolher entre uma coisa e outra. A vida como a gente conhece não dura pra sempre e nem sempre os nossos planos funcionam como a gente espera. Por que você tem que escolher entre uma coisa ou outra se você pode, tijolo por tijolo, construir uma carreira incrível ao lado de alguém que te apoia, te ajuda (e vice versa, porque é importante não ser egoísta) e comemora junto com você as suas conquistas?
Pode ser cool manter as aparências de que você é um lobo solitário, que não precisa de ninguém e que romance é uma coisa bobinha ou complicada demais, mas vira e mexe você se torna o ser humano mais insuportavelmente carente do planeta. Pode soar engraçadinho e te dar uma sensação de pertencimento neste mundo que gosta de fazer piada da própria desgraça pra fingir que nem doeu, mas no fundo só você sabe o quanto isso te custa. Você não precisa escolher entre casar e ter uma bicicleta. Se você estiver completamente alinhado à verdade que carrega dentro de si, pode ter os dois (talvez ganhar uma bicicleta como presente de casamento – não custa nada sonhar). Mas a menos que ter só um ou outro (ou nenhum dos dois) seja uma manifestação fiel às vontades que você carrega dentro do peito, você não precisa escolher entre ser só um pouco feliz ou muito feliz. Você pode só ser muito feliz sem precisar escolher.
E qualquer pessoa que te ame de verdade (e isso te inclui) não vai te fazer escolher entre o amor da sua vida e a carreira dos seus sonhos. Mesmo que ela valha a pena sequer pensar nessa possibilidade. ♡

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