You Are A Badass (Jen Sincero)

Esse livro chegou na minha mão ao acaso. Na verdade, o livro que eu estava procurando era o “You Are a Badass at Making Money”, da mesma autora. Como não encontrei nas minhas pesquisas uma versão em português e nem uma cópia com um preço razoável e o Zach estava para vir ao Brasil pela primeira vez, pedi ajuda. Nisso ele encontrou o “You Are a Badass” e decidiu trazer também. Eu nem sabia exatamente o que pensar desse livro até começar a ler, me identificar, levar vários tapas na cara e entender que era a leitura que eu precisava.

É um livro sobre crescimento pessoal (mais conhecido como autoajuda – que a galera adora tirar uma onda e não faz a menor ideia do que está perdendo) que te chacoalha do começo ao fim e fala sobre diversos tópicos da vida moderna. Nossas inseguranças, os dramas que a gente faz sem necessidade, procrastinação, as inúmeras desculpas que a gente usa pra sabotar os nossos objetivos e a nossa felicidade, e até uma introdução sobre o tópico dinheiro.

O que mais me encantou no livro, além do tema abordado, foi a linguagem. A autora é muito sincera, usa muitos exemplos pra facilitar o entendimento e é engraçada. É uma escrita menos preocupada em fazer bonito e mais preocupada em te fazer entender o que está sendo dito. É praticamente como se você estivesse recebendo uma aula (maravilhosa) daquela sua amiga doidinha e super bem resolvida. Fez eu me sentir parte da leitura. Fora que consegui me enxergar em muitos exemplos de autossabotagem, então cada tapa na cara foi extremamente necessário.

Foi a segunda vez que peguei um livro inteirinho em inglês pra ler e não foi um sofrimento como foi com Paper Towns (que eu mencionei neste post aqui). Pelo contrário. Eu terminei bem rápido pra minha média e não foi uma leitura densa, chata ou difícil. Pode ser porque meu inglês melhorou, pode ser que o assunto tenha me interessado mais ou as duas coisas. Não tem nada super difícil de entender, mesmo que você não entenda algo porque não conhece a palavra ou por uma questão de contexto cultural, dentro da ideia que ela está apresentando você consegue se encontrar.

Este livro tem muitas coisas importantes sendo ditas, vários momentos de epifania e frases que você pode e deve (e paciência quem não gostar) usar nas legendas das suas fotos, mas principalmente assimilar e aplicar na sua vida, espalhar em post-its pela casa inteira, em todas as suas agendas, tatuar na testa pra não esquecer… Eu escolhi algumas citações pra compartilhar por aqui, mas é tanta coisa boa que meu livro está todo grifado.

“You’re gonna have to push past your fears, fail over and over again and make a habit of doing things you’re not so comfy doing. You’re going to have to let go of old, limiting beliefs and cling to your decision to create the life you desire like your life depends on it. Because guess what? Your life does depend on it.”

(Você vai ter que superar seus medos, falhar de novo e de novo e criar o hábito de fazer coisas que você não se sentetão confortável fazendo. Você terá que abandonar crenças antigas e limitantes e agarrar-se à sua decisãode criar a vida que deseja, como se sua vida dependesse disso. Porque adivinha só? Sua vida depende disso.)

“Do not waste your precious time giving one single crap about what anybody thinks of you.”

(Não desperdice seu tempo precioso dando a mínima sobre o que alguém pensa de você.)

“Instead of wasting hours and days and years trying to figure out your perfect next move, just DO something already.”

(Em vez de perder horas e dias e anos tentando descobrir o seu próximo passo perfeito, apenas FAÇA algo já.)

“When you’re moving into a new, awesome life that you’ve never lived in before, you can’t expect to know how to get there because it’s new territory, so you can only do that which you already know how to do and stay open to discovering the new how.”

(Quando você está se mudando para uma nova e impressionante vida na qual você nunca viveu antes, você não pode esperar saber como chegar lá porque é um novo território, então você só pode fazer o que você já sabe fazer e ficar aberto para descobrir o novo como.)

 “Love yourself. You are a badass”

(Ame-se. Você é foda) ♡

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LIVROS | TAG: Thank U, Next


Confesso que minha ideia principal para o post de hoje não tinha nada a ver com livros. Mas vi essa TAG no blog Nostalgia Cinza e ela chamou minha atenção. Então trouxe para cá, especialmente porque faz um tempo que não falo de livros por aqui e curti o fato da TAG ser criativa e curtinha. Ela foi criada pela Taís, do Pronome Interrogativo e é baseada em trechos da música Thank U, Next da Ariana Grande. Vamos lá!
BUT HE WASN’T A MATCH – Um livro que você jurou que ia amar quando soube da existência, mas acabou não sendo tudo isso
Apaixonada Por Palavras (Paula Pimenta). Eu amo livros de contos e crônicas. Meu sonho é escrever um livro de contos e crônicas em algum momento da minha vida. Quando vi este livro, me apaixonei pela capa e foi bem o tipo de livro que a gente se deixa levar pela capa e pelo design, porque ele é lindo. Mas as crônicas não foram nada do que eu esperava. Acho que eu sempre fiquei esperando um aprofundamento que não rolou e no final eu acabei não curtindo muito o livro
ONE TAUGHT ME LOVE, ONE TAUGHT ME PATIENCE AND ONE TAUGHT ME PAIN – Um livro que foi um misto de sentimentos
 
Eu ainda não terminei de ler, mas o livro se chama Tony & Susan (Austin Wright). Eu sempre me confundo pra explicar a história, mas vamos lá. Susan era casada com Edward, que é escritor e enviou seu livro pré-finalizado pra Susan ler. Tony é o protagonista da história que Edward escreveu. É inception o livro. Você acompanha os pensamentos e aspectos da vida da Susan e também acompanha a história que ela tá lendo. Essa segunda história é super conturbada, te deixa tenso, com raiva. Já a primeira história (a da Susan) ainda não me disse a que veio
THANK U, NEXT – Aquele livro que você só queria terminar
Não sei se foi a história, o fato de ter sido o primeiro livro em inglês que eu li ou os dois. Só sei que levei MESES para terminar de ler Paper Towns (John Green). Acho que só li três livros, no máximo, no ano em que peguei esse livro para ler. Já considerei a ideia de tentar ler de novo para exercitar meu inglês, mas sinceramente não sei se consigo.
I’M SO F*CKING GRATEFUL FOR MY EX – Um livro que te introduziu no mundo das leituras
 
Eu comecei a ler com gibis da Turma da Mônica e lembro muito de uns livros infantis como “O Mundo de Mariana” (a história de uma menina que enxergava o mundo todo diferente até alguém perceber que ela precisava de óculos) e “Ritinha Danadinha” (que criava uma confusão gigante por acreditar que existiam palavras e “palavros”). Mas o livro menos infantil que li e que eu gosto de considerar que apresentou para a leitura de várias páginas foi Harry Potter. Só não lembro com precisão se o primeiro que eu li foi “A Câmara Secreta” ou “A Pedra Filosofal”.
SHE TAUGHT ME LOVE, SHE TAUGHT ME PATIENCE, HOW SHE HANDLES PAIN – Uma personagem que te ensinou muito
Não é uma personagem fictícia, mas acho que posso dizer que A Arte de Pedir é um dos meus livros favoritos. A Amanda Palmer é uma mulher que me surpreendeu demais quando li todo o livro. É uma mulher forte e sensível que tem um enorme tato com pessoas. Admiro demais a relação que ela conseguiu estabelecer com os fãs em toda a construção do crowdfunding, da troca, do não se submeter às vontades de uma gravadora. Sem dúvida um livro que me ensinou muito e eu quero muito ler de novo
SAY I’VE LOVED AND I’VE LOST – Um livro que você emprestou e nunca mais te devolveram
A Música Que Mudou Minha Vida (Robin Benway). Mas foi ingenuidade total da minha parte achar que eu veria novamente o livro que emprestei pra amiga de uma amiga que eu tinha acabado de conhecer. E eu tinha acabado de comprar o livro, então eu praticamente dei de presente.
Respondendo essa TAG eu percebi que não estou lendo o tanto que gostaria e que não tenho tantos livros atuais. Preciso renovar minha estante e incluir mais leitura na minha vida. Mas adorei responder essa TAG. Não faço muito isso por aqui, mas foi uma experiência muito legal repensar os livros que eu já li. ♡
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A Profecia Celestina (James Redfield)

Eu fiquei bastante tempo assistindo vídeos sobre sincronicidades, lei da atração e vários outros assuntos relacionados no YouTube por um tempo. Certo dia eu assisti a um vídeo sobre sincronicidade que falava sobre o livro A Profecia Celestina (compre agora). Não sabia do que se tratava, mas já tinha ouvido falar e achei muito legal o que aconteceu com a menina do vídeo. Mas até aí tudo bem! O nome ficou gravado na cabeça, mas não criei nenhuma necessidade de adquirir o livro.

Já fazia um tempo considerável que eu estava percebendo “coincidências” na minha vida até que um dia, andando pela cidade com a minha mãe, achamos um sebo e ela se deparou com esse livro. Ele tava 5 reais, então a gente achou válido trazer pra casa e ela me deixou ler primeiro. E eu não estava minimamente preparada pro que ia ler!

A primeira palavra que se destacou (logo no prefácio – do Paulo Coelho) foi sincronicidade. E daí pra frente todas as coisas tiveram esse tom. Comecei a ouvir o podcast Matéria Escura (do Lucas Silveira) na semana anterior e alguns temas foram abordados no livro. Eu passava por alguma situação no dia, quando lia o livro, tava lá. Passei a perceber como a gente realmente se conecta com tudo e como as coisas fazem absoluto sentido quando a gente se propõe a só estar aberto e prestar atenção.

MAS SOBRE O QUE É O LIVRO?

O livro é uma ficção sobre um manuscrito encontrado no Peru com 9 visões espirituais que prometem mudar a forma como os seres humanos existem e coexistem no planeta. Conforme a história vai se desenrolando os personagens e a gente vai tendo acesso ao que cada uma das visões propõe e em como cada uma delas funciona na prática. E, com tudo isso, ainda há a tentativa da igreja e do governo de omitir essas informações e acabar de vez com a propagação do manuscrito.

Aplicando na vida que a gente leva cotidianamente, muitas coisas podem (e devem) ser aplicadas e, eu particularmente, acho que é o tipo de livro que abre a mente da gente. Desliga um pouco a nossa necessidade de adquirir, de disputar, de travar quedas de braço e ajuda a entender melhor como que a gente pode prestar mais atenção na forma como a gente lida com nossos dramas e influencia na vida de outras pessoas.

Eu terminei de ler pensando “caramba, que livro!” e daí vim aqui dividir com você porque além de ter uma mensagem muito bacana, a história te envolve e a leitura é um tanto viciante. Cê fica doido/a pra saber o que vai acontecer na próxima página! Recomendo

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O Milagre da Manhã (Hal Elrod) | #5AMCLUB


Foi quando eu comecei a me interessar por conteúdos sobre produtividade e organização (pra arrumar a bagunça que tava a minha vida e a minha rotina) que eu descobri o que era o #5amclub. Eu achava que estava perdendo muito tempo sendo preguiçosa e isso fazia eu me sentir culpada porque não larguei a faculdade pra dormir até tarde e passar o dia assistindo série. Então, tratei logo de tentar dar um rumo pra minha vida. Ainda tenho um mundo de coisas pra aprender, mas quando no começo do ano eu fui assolada por uma série de pensamentos autodestrutivos, eu soube que precisava me ocupar, realmente arregaçar as mangas e ir atrás dos meus objetivos.
Foi quando me deparei com o canal da Dóris Baumer e de tantas outras pessoas que são referência e inspiração pra mim agora. Flertei com o 5amclub desde o primeiro contato. Eu só não tinha coragem mesmo. Acordar às 5h não é uma coisa que você faz do nada, sem objetivos ou sem pelo menos ter certeza de que é isso o que você quer. Eu não tinha certeza ainda, então passei a acordar 7h30 e a fazer o que eu tinha entendido do “milagre da manhã”. Funcionou por um tempo até eu me perder da rotina e voltar pras mesmas questões que eu tava enfrentando antes. Aí, num belo dia (tô falando assim porque não lembro exatamente o que me levou àquilo), eu passei na livraria muito determinada e comprei o livro O Milagre da Manhã (compre agora). Devorei em dois dias, passei o final de semana seguinte planejando minuciosamente tudo o que eu faria não só pela manhã, mas no restante do dia também e comecei o desafio de 30 dias fazendo o oposto do que dizem pra fazer (começar aos poucos? Até parece).

Fui de 9h30 às 5h da manhã no susto, me propondo a fazer exercícios todos os dias e todos os “salvadores de vida” de O Milagre da Manhã. E funcionou muito bem durante os 30 dias. E funcionou por 60 dias também. Aí sobre o que vem agora, acabo lembrando da Dóris Baumer dizendo que acaba pesando. Dependendo da rotina que você tem, acordar às 5h se torna pesado e fazer o ritual da manhã acaba sendo torturante com a cabeça batendo e só você precisando gerenciar o que está fazendo.

Minha rotina atualmente é bem mais organizada e produtiva do que antes, no entanto, eu passei a sentir (depois de alguns testes) que acordar às 6h, pelo menos nesse momento da minha vida, é melhor do que acordar às 5h. Porque é um horário em que eu consigo acordar bem independente da hora em que eu for dormir. Quando o despertador tocava às 5h eu sentia sempre que não tinha dormido o suficiente e o resultado era ficar batendo cabeça enquanto tentava ler, meditar ou escrever. O que já não acontece quando acordo às 6h.
Mas resumindo a experiência, acho que vale super a pena tentar em vez de dizer “não consigo”. É uma experiência maravilhosa e te faz ver que você consegue sim e muito mais do que acha que tem capacidade pra fazer. Fora que é maravilhoso o silêncio que faz quando tá todo mundo dormindo. E o dia rende muito mais. Se você consegue dormir cedo o suficiente pra acordar bem disposto às 5h, não há razão pra não adotar essa rotina. É maravilhosa, de verdade. ♡

[Mais sobre este e outros livros aqui]
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ÚLTIMOS LIVROS QUE EU LI

Olá, pessoal! Estou de volta e venho compartilhar com vocês 5 das minhas últimas leituras. Este ano, finalmente, eu consegui voltar a ler com uma frequência razoável (quando o sono não me atrapalha haha) e estou bastante feliz com as leituras que fiz até agora. Mas pra este post escolhi apenas 5 deles e os outros eu pretendo trazer futuramente. Vamos a eles!

Quem é Você, Alasca? (John Green)

Livro que peguei emprestado com a Julyanna do blog Sonhos de Paris e está comigo há alguns consideráveis anos e só agora eu li. Não achei que eu fosse curtir a história. Tinha pego uns detalhes e outros por aí, mas quando li achei muito legal. Não a história em si, pra ser bem sincera, mas as reflexões sobre a morte e a vida após a morte que os personagens fazem. Um dos meus trechos favoritos é:
“Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.”

Roube Como Um Artista (Austin Kleon)
Já tinha visto várias pessoas falarem bem desse livro e já fazia um tempo que eu tinha ele, mas ainda não tinha lido todo. Nas últimas semanas resolvi finalmente terminar. E roubar como um artista não é exatamente uma novidade pra mim. Sempre fui dessas que se inspira no trabalho de outras pessoas o suficiente pra perceberem que é uma referência, mas não o bastante pra ser uma cópia (porque isso sim é vacilo e é falta total de originalidade). No meu trabalho na internet e na música tenho e tive diversas referências e sou uma mistura de todas elas somadas às minhas vivências. Sobre o livro em si, é uma leitura bem rápida (se você não for enrolado igual a mim) e proveitosa. O conceito de “roubo” que o autor apresenta é super simples de compreender e se você conseguir aplicar, seu trabalho vai ser muito daora.O Milagre da Manhã (Hal Elrod)

Um dos livros que eu posso afirmar que mudou a minha vida. Mesmo. Ultimamente, depois de uma fase psicológica bem ruim, eu comecei a procurar maneiras de organizar melhor a minha vida, minhas tarefas e o meu tempo (pra não ficar refém dos pensamentos que estavam me fazendo mal). Mas antes de ler o livro eu já estava flertando com conceitos baseados nele. Foi assistindo ao canal da Dóris Baumer e alguns outros vídeos aleatórios que eu comecei a acordar mais cedo (7h30) e adotar uma rotina matinal que me ajudava a olhar pra mim mais atentamente. Nesse meio tempo eu estava flertando com o #5amclub, porém sem ter certeza de que eu teria coragem (ou mesmo vontade) de arriscar acordar tão cedo. Até que finalmente adquiri o livro O Milagre da Manhã e o Hal Elrod foi extremamente convincente sobre acordar mais cedo. Lá se vai pouco mais de um mês em que eu acordo às 5h de segunda a sexta e às 7h aos finais de semana. Não quero mais outra vida.

Outros Jeitos De Usar A Boca (Rupi Kaur)

Estava paquerando esse livro tinha um tempo. E sinceramente eu nem curto livro de poesias, mas tinha uma específica que eu gostava muito, mas nem sabia se estava nesse livro. Como encontrei uma cópia dele por 10 reias naquelas feiras de livros no Centro do Rio, resolvi dar uma chance. Comecei e terminei a ler na mesma viagem do Rio até Maricá. Achei o começo pesado, denso e triste. Mas outras poesias são extremamente verdadeiras, tocantes e a que eu mais me identiquei fala sobre arte e é essa:
sua arte
não é quantidade de pessoas
que gostam do seu trabalho
sua arte
é
o que o seu coração acha do seu trabalho
o que sua alma acha do seu trabalho
é a honestidade
que você tem consigo
e você
nunca deve
trocar honestidade
por identificação
– a todos vocês poetas jovens

Leia Isto Se Quer Ter Muito Sucesso No Instagram (Henry Carroll)

Já conhecia a existência desse livro há bastante tempo. Mas foi assistindo a um vídeo sobre fotografia (que não tinha relação direta com o livro, mas ele aparecia no fundo do cenário) que eu decidi que precisava ler. Especialmente porque fiquei muito perdida depois que fiz um feed organizado por cor no meu Instagram. Achei que precisava de umas dicas pra sair de onde eu estava e a leitura foi bastante proveitosa. Me deu um norte pro que eu tava fazendo e me fez parar de ter medo de arriscar. Mesmo que eu erre ou ainda não saia tudo como eu quero, a melhor maneira de aprimorar o que eu tô fazendo é fazer. Então voltei a publicar com certa frequência na minha conta do Instagram e estou com várias ideias. ♡
O que você está lendo? Já leu ou quer ler algum dos livros acima? Conta pra mim!
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A Arte de Pedir (Amanda Palmer)

No último post de favoritos eu citei o livro A Arte de Pedir (compre agora), da Amanda Palmer. Agora voltei pra falar mais sobre ele, dizer sobre o que exatamente ele fala, se eu realmente gostei ou não. Mas antes disso, vou explicar como eu cheguei até esse livro.

Não sei exatamente em que momento ou por que mas assisti à palestra da Amanda no Ted Talks e achei incrível o que ela falou em tão pouco tempo. Quando encontrei essa palestra, ela já não era exatamente uma novidade e o livro (do qual vim falar) já tinha sido lançado. E aí, como eu estava começando a aceitar algumas ideias pra fazer uma campanha minha no apoia.se, achei que seria bom ter o livro. Mas por que esse e por que ela? Você pode assistir ao vídeo abaixo ou pode ir direto pro próximo parágrafo pra saber.


Depois que se formou na faculdade, ela trabalhou como estátua viva. Pintava o rosto de branco, usava um vestido de noiva, subia num caixote e deixava um chapéu na sua frente. Sempre que alguém colocava dinheiro no chapéu, ela dava uma flor em troca. Ela também tinha uma banda (The Dresden Dolls), que em determinado momento passou a arrecadar dinheiro suficiente pra ela parar de trabalhar na rua.

A banda saiu em turnê e conseguiu contrato com uma gravadora. Mas por ter um estilo bem diferente do que tocava na rádio, foram parar na geladeira da gravadora. As vendas não corresponderam às expectativas da gravadora (cerca de 25 mil cópias do segundo álbum – o primeiro foi produzido de forma independente). No entanto, por ser ativa na internet, Amanda tem contato muito próximo com os fãs (pelo twitter e por uma lista de e-mail) e já estava habituada a pedir e contar com a ajuda das pessoas. Fosse pra pegar algo emprestado, pra se hospedar na casa de alguém… O que você puder imaginar. Então, ela liberava as músicas no estilo “pague o quanto quiser, se quiser” e os fãs colaboravam. Pra resumir a história, posteriormente ela lançou uma campanha de crowdfunding que arrecadou mais de 1 milhão de dólares. A parte curiosa é que o número de pessoas que colaboraram não era muito maior que 25 mil.

O livro conta todo o percurso dela nessa jornada que é ser artista independente (porque ela não ficou na gravadora, afinal), ter uma vida, medos, anseios e uma infinidade de experiências derivadas do contato com os fãs, da participação ativa na internet (que funciona para o bem e para o mal). Há fotos, letras de músicas e muitas menções sobre ukulele (o que eu gostei bastante). Não é um livro com passo a passo de como enriquecer pedindo dinheiro dos outros. Não é sobre enriquecer, não é sobre marketing e nem propriamente sobre pedir. É sobre conexão, sobre ajuda, sobre enxergar as pessoas e deixar que a sua arte fale.

Eu aprendi muita coisa lendo esse livro. Sobre relações amorosas, de amizade, de respeito. Me identifiquei muito com vários dilemas, medos e pensamentos da Amanda enquanto artista e enquanto pessoa. Pedir não é necessariamente fácil, e também não é errado. A gente consome arte o tempo todo e nem sempre dá o valor devido, né? Ser artista é profissão e pedir a colaboração das pessoas não é mendigar. Se a minha arte te toca e você quer fazer parte disso de alguma forma, é um acordo entre duas partes. E nem sempre se trata só de dinheiro. Vamos pensar nisso ♡

P.S.: Realmente gostei de muitos aspectos do livro, mas estou até agora tentando entender qual é a da música “Do You Swear To Tell The Truth & Nothing But The True So Help Your Black Ass“.

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The Secret (Rhonda Bynes) – Citações

Herdei meu gosto por livros do gênero com a minha mãe. E apesar de saber que várias pessoas detestam autoajuda e afins (afinal a moda é ser rabugento, ostentar os problemas e odiar gente feliz), eu procuro viver bem dentro do meu corpo, aceitando a mim mesma e nutrindo coisas boas (e isso não quer dizer que eu não tenho meus dias ruins). Da mesma forma que a gente tenta tratar bem o corpo, a gente precisa avaliar melhor o que deixa entrar e ficar na nossa cabeça também. E O Segredo (compre agora) se trata disso. Para muito além de conquistar coisas sendo positivo e tendo uma boa vibração, acho que o essencial é a gente estar bem para poder lutar pelo que queremos sem pesos extras nas costas. Quanto mais foco, certeza e tranquilidade no coração, mais disposição a gente vai ter para ir atrás do que quer. Dito isso, vim trazer as citações mais legais que eu anotei e que me fizeram pensar enquanto estive lendo esse livro. Vamo lá?

“Se você pode pensar sobre o que quer e faz disso seu pensamento dominante, você trará isso para sua vida.”


“Antes de dormir, transforme seus pensamentos nos melhores possíveis.”


“Agarre-se a esses momentos em que você se sente bem e aproveite-os ao máximo. Tenha certeza de que, quando está se sentindo bem, você está atraindo poderosamente mais boas coisas para si.”


“Não há no Universo poder maior do que o poder do amor.”

“O Universo gosta de velocidade. Não demore. Não mude de ideia. Não duvide. Quando a oportunidade chegar, quando o impulso chegar, quando a cutucada intuitiva vinda de dentro chegar, aja. Essa é a sua tarefa. E isso é tudo o que você tem de fazer.”


“Quando você tem um pensamento inspirado, tem de confiar e agir de acordo com ele.”


“Sem que você se torne pleno, não terá nada a dar a alguém. Portanto, é imperativo que você primeiramente cuide de si. Primeiramente, garanta sua satisfação.”


“Aprenda a ficar sereno e a desviar sua atenção daquilo que não deseja e de toda a carga emocional que cerca estas coisas, desloque a atenção para o que você deseja vivenciar… A energia flui para onde a atenção se dirige.”

Além das citações do livro que eu anotei por toda parte, ainda comecei a seguir o Instagram e o Twitter correspondentes ao livro e diariamente várias afirmações aparecem pra fazer pensar e tal. E eu tenho complementado isso tudo procurando canais que falem mais sobre a lei da atração e tudo mais. Me ajuda a ter uma perspectiva bem mais positiva sobre a vida e a minha responsabilidade nela. Daí pensei em trazer cá pro blog e por que não, né mesmo? Então, é isso! Espero que faça sentido pra vocês tanto quanto faz pra mim. ♡

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